Tuesday, June 02, 2015

Éric Clapton turns 70

Éric Clapton turns 70

Esse deve ser o concerto de número 26 ou 27  dele que compareço. Provavelmente o melhor , fora obviamente os do retorno do Cream que  vi em  2005 e os com Steve Winwood , além daquele no Rio, virado para para o Cristo  Redentor . 

Talvez por que tenha sido no Albert  (Eric's) Hall, talvez por que o cara fez 70 recentemente e insinuou uma aposentadoria. Ou por que tenha visto com meu filho,que, embora não tenha sido o seu primeiro , considerou o seu  preferido 

Não  importa. O que vale é  que o velho estava com el duende essa noite, e a banda irrepreensível.


Dessa vez fiquei atras do palco, e pude prestar atenção aos músicos, como poucas vezes  antes.

Éric sempre tem um discípulo de Ray Charles a mão . Dessa vez é Paul Carrac,  que tocava Hammond e cantava no Sqeeze enquanto Jools Holland martelava o piano. Entrega  uma You Are So Beatifull que é do fantasma  de Joe Cocker lavar e enxaguar a alma 

Dr Steve Gadd, o baterista mais bem pago do mundo, raramente abandona a caixa e o chimabau,  mas eventualmente e capaz de invocar a máquina do trovão, quando o chefe dispara sua metralhadora zero graus. 

O simpaticíssimo Nathan East e sério candidato a maior baixista da atualidade. Defende uma belíssima redenção a Cant Find My Way Home , numa levada mais soul.

Clapton  troca de banda com uma certa frequência, mas raramente abre mão de ter em qualquer  formação, o pianista que arranca tantos aplausos quanto ele próprio , o locomotiva Cris Stanton, esse inglês com cara de fuinha e dedos de britadeira.

Éric, do ângulo que o vejo, as vezes parece o menino que se despediu de Bruce e Barker naquele mesmo palco em 1968, as vezes parece ter um bilhão de anos, como seu colega  Jeová. 

Mêsmo canções desgastadas e óbvias como Tears   in Heaven , Cocaine  e Wonderfull  soam frescas e inéditas,  e clássicos como Let Irt Rain e Queen of Spades , soberbas. 

O solo de Sheriff , que é sempre o ponto auto da noite, dessa vez foi uma experiência religiosa- quem quiser,  está i postado no FB 

Ao violão ele  e João Gilberto, na Guitarra e Hendrix, King, ..Clapton 

Nunca o vi mais emocionado, ele que é tradicionalmente frio, abraçando a banda toda e agradecendo a plateia. Ainda sim acho que verei o amigo de novo further up on the Road or um some crossroad.

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