Esse deve ser o concerto de número 26 ou 27 dele que compareço. Provavelmente o melhor , fora obviamente os do retorno do Cream que vi em 2005 e os com Steve Winwood , além daquele no Rio, virado para para o Cristo Redentor .
Talvez por que tenha sido no Albert (Eric's) Hall, talvez por que o cara fez 70 recentemente e insinuou uma aposentadoria. Ou por que tenha visto com meu filho,que, embora não tenha sido o seu primeiro , considerou o seu preferido
Não importa. O que vale é que o velho estava com el duende essa noite, e a banda irrepreensível.
Dessa vez fiquei atras do palco, e pude prestar atenção aos músicos, como poucas vezes antes.
Éric sempre tem um discípulo de Ray Charles a mão . Dessa vez é Paul Carrac, que tocava Hammond e cantava no Sqeeze enquanto Jools Holland martelava o piano. Entrega uma You Are So Beatifull que é do fantasma de Joe Cocker lavar e enxaguar a alma
Dr Steve Gadd, o baterista mais bem pago do mundo, raramente abandona a caixa e o chimabau, mas eventualmente e capaz de invocar a máquina do trovão, quando o chefe dispara sua metralhadora zero graus.
O simpaticíssimo Nathan East e sério candidato a maior baixista da atualidade. Defende uma belíssima redenção a Cant Find My Way Home , numa levada mais soul.
Clapton troca de banda com uma certa frequência, mas raramente abre mão de ter em qualquer formação, o pianista que arranca tantos aplausos quanto ele próprio , o locomotiva Cris Stanton, esse inglês com cara de fuinha e dedos de britadeira.
Éric, do ângulo que o vejo, as vezes parece o menino que se despediu de Bruce e Barker naquele mesmo palco em 1968, as vezes parece ter um bilhão de anos, como seu colega Jeová.
Mêsmo canções desgastadas e óbvias como Tears in Heaven , Cocaine e Wonderfull soam frescas e inéditas, e clássicos como Let Irt Rain e Queen of Spades , soberbas.
O solo de Sheriff , que é sempre o ponto auto da noite, dessa vez foi uma experiência religiosa- quem quiser, está i postado no FB
Ao violão ele e João Gilberto, na Guitarra e Hendrix, King, ..Clapton
Nunca o vi mais emocionado, ele que é tradicionalmente frio, abraçando a banda toda e agradecendo a plateia. Ainda sim acho que verei o amigo de novo further up on the Road or um some crossroad.
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